terça-feira, 21 de abril de 2009

Na segunda adolescência

Diz que entra na roda sem fim
Diz que tira a roupa toda só pra mim
Me disseram que o amor é uma coisa que ainda não senti de verdade
frio na barriga, malemolência, coração disparado, que senti numa leve graduação
Toda a noite eu saio como se procurasse uma sensação que nem sei qual é
E ela nunca vem...
Me disseram que o amor é como não pegar em nada
Quando se pega em tudo...
Me disseram para não confundir com o ego, como me disseram...
Nunca procurei o amor ao ponto de correr
ao ponto de determinar um ponto de partida
Já que essas coisas se chegam aos poucos
Quando não se espera corar de alegria!
Invadindo o cotidiano um do outro, com permissão
Como se o amor tivesse um endereço
Que não consigo encontrar
Como se encontrar uma noite, para provar quem sabe um dia o que não se espera?
Me disseram que o amor é a roda sem fim
Vindo toda só pra mim

Um comentário:

Deia Roos disse...

Oi Ale, legal te conhecer também nesse mundo blogueiro, eu e o Paulo já tínhamos feito a conexão, mas agora temos certeza!
Beijinhos

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